terça-feira, 12 de outubro de 2010

I demoni di San Pietroburgo



(...)
Ela:

- A mulher que fala no livro, ela realmente existe?
Ele:
- Sim, mas não a vejo a dois anos.
Ela:
- E o protagonista, é você?
Ele:
- Bem, quando escrevo, me inspiro na vida. A vida é mil vezes mais rica do que qualquer história. Mas às vezes, a verdade não parece plausível, é a nossa imaginação que a torna mais real. Mas não confunda o que eu escrevo com aquilo que sou.
Ela:
- A história de amor que conta é muito dolorosa.
Ele:
- Geralmente quando nos apaixonamos, é só para nos perder, ou para odiar.
(...)

3 comentários:

Winny Trindade disse...

Acho que é para se perder e para odiar!!

Abraço meu, amiguinha.

R;* disse...

Ando acreditando que a graça da vida está nos relacionamentos...
Eles fazem com que nos achemos, nos perdemos, nos alegremos, nos amemos, nos odiemos diversamente!
beeijo ;*

Nini C . disse...

Amei.